Voltando pra casa
Após minha breve estadia no hospital, Peche achou melhor me levar pra casa, já que se voltasse a ter alguma contração não teria mais jeito, os bebês teriam que nascer, e seria melhor para todos se fosse em casa, com meu médico e minha família. E tem mais, usando dei entrada no hospital ele arrumou as nossas malas e fez o check-out no hotel, já que ficaria lá comigo, e com as malas já prontas, só precisamos pegar o próximo voo pra Miami.
Tomei um remédio anti enjoo, porque me dá sono, e é isso, vim dopada a viagem toda, peche deve ter lido um livro ou sei lá, só acordei uma vez, porque ele queria que eu me alimentasse. Mas cara, eu não queria comer mas sim continuar a dormir, ele me cobriu com seu casaco e me deu um delicado beijo na testa, me envolvendo com seu braço em seguida, me aconcheguei e dormi apoiada em seu peito, escutando seu coração bater, ah eu mencionei que eram 2 da tarde? Pois é...
PZ- mary....
*beija ela*
*mary abre os olhos*
PZ- já chegamos meu amor..
MG- aonde? (Sonolenta)
PZ- em casa, estamos em Miami
MG- é mesmo?
PZ- sim já estamos quase pousando
MG- ah..
*peche coloca o sinto nela*
PZ- olha a moça estava distribuindo balas, guardei um pacotinho pra você (dando pra ela o pacotinho)
MG- aw obrigada (pegando)
PZ- você tá bem?
MG- sim
*mary come as balinhas enquanto o avião pousa*
Gente que príncipee, ele sempre cuida de mim.. SEMPRE
*o avião chega no solo e os passageiros vão desembarcando*
PZ- mary, presta atenção, você vai sair do avião e se sentar nos banquinhos, e eu levo a sua bolsa e pego as malas, tá?
MG- aham
PZ- eu to logo atrás de você
MG- tá
*beija ele rapidamente*
Andamos pra fora do avião e fiz exatamente o que ele disse, mas a culpa não é minha se sou famosa, logo uma rodinha de garotas se formou envolta de mim, todas fãs que queriam autógrafos, fotos, vídeos, gravar uma mensagem de voz, e blá-blá-blá.. Não deveria passar por nenhuma situação que gerasse estresse, mas ficar com minhas fãs não se inclui nisso, ou sim? Peche ficou impaciente porque nenhuma das malas tinha passado ainda, me olhava a cada 2 segundos, uma das meninas me perguntou onde ele estava, apontei e todas foram atrás dele, menos uma, que era um pouco tímida, a convidei para se sentar e ela o fez
MG- qual seu nome?
?- Luana (voz baixa e tímida)
MG- posso te chamar de Lu?
?- pode..
*ela ficou quieta*
MG- sabe lu, eu tinha uma amiga que era tímida como você, e sei que você só esta assim por medo de ser julgada, mas olha, sei que você é uma menina ótima e estou louca pra conhecê-la
Lu- obrigada
Lu- posso te fazer uma pergunta? (Menos tímida)
MG- pode, claro
Lu- como você fez pra conquistar o peche?
MG- bom.. Agente se odiava antes
Lu- é eu sei.. Mas não é isso, como você fez? Sabe como você faz pra fazer alguém se interessar por você?
MG- bom, primeiro de tudo é não pensar muito no que você deve dizer ou ensaiar uma conversa na sua cabeça, só vai lá e fala o que der na telha
Lu- sei.. Só vo lá e falo, mas como? E se falar besteira?
MG- olha, sinceramente, isso você adquire tentando, e se pensar que vai falar besteira, ai que você vai mesmo.. Você tem que acreditar em você..
Lu- tá, e depois?
MG- você começa a conversar com ele, sendo você mesma, ai você vai ver que ele é só uma pessoa normal, e vai ficar mais fácil a partir daí
Lu- tá.. E depois?
MG- depois você fala pra ele que gosta dele
Lu- VOCÊ TÁ LOUCA?
MG- não com palavras Lu, mas com gestos, você pode descobrir qual é o seu.. Eu passei a mão no cabelo dele, você não precisa tocar no gato, mas se o fizer, vai ficar mais fácil pra ele entender, sabe, pode ser um soquinho no ombro ou fingir que está tirando uma poeira do casaco dele, com isso você mostra pra ele que está acessível e também interessada
Lu- interessada.. Sei... E então?
MG- você reza pra ele estar também, e talvez ganhe um beijo, mas ó, comigo esse beijo demorou alguns anos pra acontecer, literalmente
Lu- é, conheço essa história..
*a mãe dela chama ela*
Lu- tenho que ir, obrigada pelo conselho mary
Lu- eu te amo
*abraça ela*
*mary olha a menina ir*
Depois olhei pra peche que estava já com as malas, mas falava com as fãs, e sorria, fiquei passando as mãos na barriga, ele chegou, me ajudou a levantar e abraçada com ele, o ajudei a empurrar o carrinho até o estacionamento, me sentei no banquinho com as malas enquanto o esperava pegar o carro, meu celular tocou, o procurei como uma louca dentro da bolça, mas acabou que não o achei, fiquei então quieta até peche chegar
Ele me ajudou a entrar no carro e colocou as malas no bagageiro, meu celular tocou de volta e peche me ajudou a achar, estava em um dos bolsos internos
MG- alô
NamoA- boa noite Maria, sou o namorado da Antonia, está livre agora?
MG- não, porque?
NA- precisamos conversar
MG- pode ser amanhã? É que eu realmente não posso agora
MG- pode ser amanhã? É que eu realmente não posso agora
NA- porque? o que está fazendo?
MG- estou dirigindo
Pensamento de mary- ai odeio mentir, mas foi preciso
NA- ah tá, então posso te ligar em uns 10 mins?
MG- pode, mas estou pelo Bluetooth, se quiser pode falar agora
NA- é sobre a nanda, então acho melhor nos encontrarmos
MG- tá bom, pode ser no café do shopping?
NA- claro
MG- umas 19:00? Desculpa mas não estarei livre até então
NA- pode ser as 19
*eles combinam*
Chegamos em casa, Nanda estava com a Antônia e minha mãe voltou ontem com minha vovó pra Venezuela, que bom que elas não sabem (e não vão saber tão cedo) que eu fui internada, o ap estava limpíssimo (thanks mom) e só pra nós, tomei um banho bem gostoso, me enchuguei e ganhei muito carinho na barriga e até uma massagem nos pés, peche depois me deu um chá de camomila e me mandou dormir, o que não foi muito difícil, já que sentia saudades da minha caminha, aaaah isso é tão boom..
No final da tarde ia com peche no café, mas ao invés disso, por presumir que esta seria uma experiência muito estressante, ele me deixou em casa com a Dona Margot (é aquela velhinha simpática, avó do micke) de babá, não que isso seja algo ruim, pelo contrário, ela me ensinou algumas coisas a mais sobre como cuidar dos meus filhotes e também fez uma sopa magnífica de jantar, mas no momento, isso não interessa muito.. Mas sim a conversa do Peche
PZ- olha, os senhores me desculpem, mas não temos nada a ver com isso, estávamos fora do estado
NA- claro que tem, ela estava sobre sua responsabilidade naquele dia
No final da tarde ia com peche no café, mas ao invés disso, por presumir que esta seria uma experiência muito estressante, ele me deixou em casa com a Dona Margot (é aquela velhinha simpática, avó do micke) de babá, não que isso seja algo ruim, pelo contrário, ela me ensinou algumas coisas a mais sobre como cuidar dos meus filhotes e também fez uma sopa magnífica de jantar, mas no momento, isso não interessa muito.. Mas sim a conversa do Peche
PZ- olha, os senhores me desculpem, mas não temos nada a ver com isso, estávamos fora do estado
NA- claro que tem, ela estava sobre sua responsabilidade naquele dia
PZ- ta, + o que ela aprontou?
Antonia- ela nada, mas sim a sua amiga
NA- o que você sabe sobre isso?
PZ- que a nandinha estava em uma festa com a Carol e que o du também foi
NA- só isso?
Antonia- ai meu deus, entao você não sabe da revista?
PZ- revista?
NA- a que a nandinha saiu
Antonia- com o namoradinho
*antonia mostra a revista*
MG- NOOOSAA

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