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Esta Fanfiction não é recomendada para menores de 14 anos, no entanto, cada um sabe o que lê, não me responsabilizo

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Capitulo 123

Diz que não é verdade


*peche deita na cama*

PZ- espero que você tenha ficado feliz (a observando dormir enquanto faz carinho em seu cabelo)

*mary acorda*

MG- Peche... (Abrindo os olhos)

PZ- pode dormir meu amor

MG- mas...e se amanhã for o dia? (Preocupada mas com sono)

PZ- porque? tá sentindo alguma coisa?

MG- não, só medo..

*mary boceja*

PZ- vai dar tudo certo

*beija a testa dela*

MG- tem certeza? (Sonolenta, tentando manter os olhos abertos)

PZ- absoluta

MG- eu te amo (colocando a mão na bochecha dele e sorrindo)

PZ- sabe, não entendo porque você tá tão preocupada..

MG- é? (Fazendo carinho nele com o polegar)

*dorme com a mão na bochecha*

*Peche com cuidado pega a mão dela e dorme a segurando*

/peche conta\
Mary estava deitada em uma mesa grossa de metal, gritando e chorando de dor, achava que ela tinha sido baleada ou cortada por algum maluco, mas não, ela estava tendo os bebês, sozinha, sem ninguém por perto, um médico ou uma emfermeira! éramos os únicos do lugar, eu fazia de tudo para chegar até ela, para tirá-la daquele sofrimento, mas quanto mais corria, mais longe ficava, o céu ficou preto e ela gritava mais e mais alto

/peche conta\
de repente estava ao lado dela, mas nós continuávamos... sozinhos.. sem nada que pudesse ajudar por perto, ela sangrava e gritava mais alto. Tentava ajudar, mas só piorava, um bebê saiu e ela estava sangrando muito, o entreguei enrolado em minha blusa, ela sorriu e segurou a mãozinha, logo depois voltando a gritar e a chorar de dor, mas o outro não vinha, muito mais sangue estava saindo, ela então parou de gritar, já não tinha mais forças

/peche conta\
Tentava de tudo mas não tinha nada que fizesse parar o sangramento, então vi o outro bebê sair, ele estava roxo com o cordão umbilical envolta do pescoço e.. não ouvia seu coração bater, ele já não estava mais entre nós, olhei pra Maria que me perguntou como ele estava, olhei pra baixo pensando em como dizer, mas quando a olhei de volta estava desmaiada extremamente branca, coloco o bebê morto em seus pés.

/peche conta\
Tentei reanimá-la desesperadamente, mas minhas tentativas foram em vão, perdi o amor da minha vida e um de meus filhos, perdi a única coisa que realmente importava, sem ela não sei como viver, como respirar, preciso ter seu sorriso, ver seus lindos olhos.. beijar seus macios lábios.. NÃO POSSO VIVER SEM ELA, ela foi mais que minha esposa, foi minha melhor amiga do mundo, e perdê-la é doloroso de mais para aguentar, porque não me levaram ao invés dela? Tão jovem, tão linda... Não merecia ter a vida interrompida, não agora que estaria realizando seu sonho, algo que desejara desde pequenininha, ter uma família linda e feliz, com pai, mãe e filhos.. Duas menininhas é um menininho. Pelo menos agora ela está em um lugar melhor com mais um membro da família.. 

*peche acorda assustado*

PZ- Maria (olhando pra frente, ofegante com o coração acelerado)

*peche ve Mary dormindo ao seu lado, com a mão sob seu abdome*

PZ- foi só um pesadelo.. Só um pesadelo horrivel

*peche segura com as duas mãos a de Mary*

PZ- não vou deixar nada te acontecer, eu prometo

*peche passa o resto da noite vendo ela dormir*

/peche conta\
Depois disso não consegui mais dormir, estava muito preocupado e chocado, passei o resto da noite a observando, para ter certeza de que ela estava respirando 

------ 9:00 ------

*mary acorda*

MG- Peche.. 

PZ- bom dia meu amor

*beija ela com muita vontade*

MG- nossa! Tudo bem? Bom dia pra você também 

PZ- eu amo vocês.. E muito (passando as mãos na barriga dela)

MG- então.. Você já tá acordado a muito tempo?

PZ- não meu amor.. 

MG- sei.. Então porque as olheiras?

PZ- por nada.. Olha, o que vou te falar agora, quero que guarde pra sempre

MG- tá bom então.. Tem certeza que tá tudo bem?

PZ- tenho, presta atenção 

MG- tá 

PZ- Não importa o que aconteça, eu sempre vou te amar, SEMPRE, até o último minuto da minha vida

MG- eu sei amor (dando um selinho nele)

Peche estava meio estranho, cheio de cuidados comigo, como se eu fosse de porcelana, não me deixou pegar um único copo, escolheu a minha roupa e estava excessivamente carinhoso, nunca o vi me beijar tanto quanto hoje de manhã, acho até que estava paranóico com alguma coisa, me fez uma massagem nos pés e envolta da barriga, que estava bastante dolorida. Ele não desgrudava de mim nem por um mísero segundo, não que eu estivesse odiando...

Enfim, à tarde ele foi buscar a Nanda e me fez ir junto, queria ter ficado em casa dando os retoques finais na maquete, cheguei lá e minha bonequinha veio correndo me abraçar, dizendo que estava com saudades, me entregou uma cópia da foto com o Papai Noel, e um desenho também, onde tinha só mei esposo, ela, eu e um bebê. Achei estranho e perguntei onde tava o outro bebê e ela sorriu e disse que ele “tá viajando”, não consegui me conter, ri e ela vendo que tinha agradado completou: aí quando ele chegar lá no fiiiiiiiiiiim do mundo, vai mandar um cartão postal. Gente que menininha mais fofa


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