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Esta Fanfiction não é recomendada para menores de 14 anos, no entanto, cada um sabe o que lê, não me responsabilizo

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sábado, 25 de junho de 2016

Capitulo 144

PZ- vai dar tudo certo ta?

*mary concorda com a cabeça, assustada*

Medico- certo, agora olhe pra mim

*mary faz isso*

Medico- sua gravidez foi tranquila e saudável, não vejo motivo para alguma coisa dar errado agora, só tem que confiar em mim e em seu marido

*mary concorda*

Medico- ótimo, então é bem simples, quando você sentir vontade de fazer força, você faz 

MG- tá 

*peche beija mary e segura a mão dela*

Medico- a próxima ta vindo

PZ- pronta amor?

MG- sim 

*mary faz força e grita*

PZ- muito bem, agora respira, você está indo muito bem

*mary tenta respirar o máximo possível e se preparar para a próxima*

---- 3 horas depois----

Estava cansada, não aguentava mais, me sentia fraca, quase como se fosse desmaiar a qualquer instante, olhava para Peche e ele estava ali firme e forte, bom, talvez nem tanto, mas tentava esconder ao máximo a cara de medo e a de cansaço, provavelmente estava preocupado comigo, pela cara de quase morta que estava fazendo involuntariamente, ele estava com um sorrisinho meio bobo, o que me irritou, porque enquanto eu sentia a pior dor do mundo, ele estava ali feliz da vida, como se eu não estivesse quase morrendo na frente dele, fui muito dramática? foi aí que escutei as palavras mágicas, “estou vendo a cabeça, mais duas vezes e então pare de fazer força”, minha energia se recuperou, em um instante iria ver meu bebê, me esforcei muito nas duas e depois me deitei olhando para meu esposo, que agora sorria muito enquanto beijava minha testa

 foi bom parar de fazer força, mas mesmo assim ainda sentia o bebê 1 passando como se estivesse me queimando, um tempinho depois, surgiu meu bebê no colo do médico, que deu as palmadinhas nas costas dele e ele já começou a chorar e eu também, uns 3 minutos depois peche me entregou gabriel, ao vê-lo mechendo as mãozinhas e olhando para Peche fiquei muito feliz, ele é quase careca ainda, os olhos não vi, já que estão olhando pra peche, quando se virou, fechou os olhos e dormiu, sem nem ligar se a mãe queria ver a cor dos lindos olhinhos dele, achei fofo, foi aí que Ana começou a sair e o entreguei a peche

Na vez dela tudo foi muito mais rápido, deve ter durado só alguns minutos (pela minha impressão) peche achou muito duro bater nas costas do bebê para respirar, então o médico disse que alguns fazem massagem nas costas deles, então quando Ana nasceu ganhou uma massagensinha nas costas, e chorou tão bonitinha, o choro dela é diferente que o do gaby, é um pouco mais agudo, o que vai me ajudar muito em saber qual bebê está chorando. Peche a trouxe, ela tem lindos olhos azuis acinzentados, o que é muito comum em bebês, cabelinho castanho escuro encaracolado, como o do Peche, ela pegou o meu nariz e ficou me olhando, como se estivesse curiosa com tudo, amamentei os dois e como Ana é bem pequenininha a enfermeira decidiu levá-la para UTI pra ter certeza de que tudo estava bem, os 2 tiveram uma boa nota APGAR

Fui levada para o quarto, Nanda estava ansiosa louca para ver a irmãzinha, dei um beijo nela e dormi, estava muito cansada

Nanda- COMO ELA É? COMO ELA É PAPAI?? (Super animada)

PZ- ela é tão linda quanto você, aliás acho que te copiou

Nanda- porque?

PZ- os olhos são claros e o cabelo castanho

Nanda- sério?

PZ- aham

Nanda- Papai Noel conseguiu 

PZ- o que?

Nanda- lembra? Pedi a ele uma irmãzinha parecida comigo

PZ- aah é, não quer saber do seu irmão?

Nanda- tá bom

PZ- ele tem olhos escuros e cabelo escuro também 

Nanda- hum.. Quando posso ver ela?

PZ- a médica vai fazer uns exames mas disse que ela já vem ficar com agente, já o Gaby chega daqui a pouco

PZ- cadê a sá?

Nanda- voltou com o Micke pra por uma roupa descente, mas a vovó tá aqui

PZ- a gaby?

Nanda- as duas, a vovó laura foi comprar um presente e a gaby foi comer alguma coisa

PZ- um.. tá gostando de ser irmã mais velha?

Nanda- to (abraca ele)

Nanda- quando ela chegar posso pegar no colo?

PZ- você quer?

Nanda- muito mesmo

PZ- então porque não... 

Nanda- posso por uma roupinha nela?

PZ- aham

*nanda vai escolher*

Nanda- sabe Papai, o bom de ela ser parecida comigo é que posso dizer pra Trícia que ela é minha filha com o Du (revirando a mala da bebê)

*peche ri*

Nanda- vou poder por ela no meu carrinho

PZ- é.. E ajudar a mamãe a cuidar dela

Nanda- é, vou ser a responsável por escolher as roupas dela e por dar comida

PZ- você sabe que bebê não come comida né?

Nanda- não come? Pensei que ele comia papinha

PZ- sim, mas só quando ele for mais velho

Nanda- hum.. Então como ele não morre de fome?

PZ- porque ele toma o leite da mamãe

Nanda- mas.. Ninguém vive só de leite

PZ- quando agente é pequeno sim

Nanda- aaah



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